Dormindo para correr

Tão importante quanto manter a planilha de treinos em dia, é manter o sono. O descanso é fundamental na vida do atleta, amador ou não, pois nesse período o corpo promove recuperação muscular e o GH (hormônio do crescimento) é liberado.

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A privação do sono também altera os níveis dos hormônios leptina (saciedade) e grelina (fome). Quando não dormimos bem, os níveis de leptina caem e os de grelina sobem, fazendo com que a sensação de fome/saciedade seja comprometida (mais fome). Além disso, os níveis de cortisol, o “hormônio do stress”, encontram-se constantemente desregulados.

Quando dormir mal faz parte da rotina do indivíduo, há aumento da irritabilidade, fadiga, déficit de atenção e queda da memória, que gera efeitos negativos no dia a dia, inclusive nos treinos. Se essa é a sua realidade, tente relaxar, deitar mais cedo e aproveite os benefícios que alguns alimentos podem trazer nesse aspecto.

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A cereja, por exemplo, é uma fonte natural de melatonina, um neuro-hormônio secretado principalmente à noite, que é responsável pelo ciclo de sono/vigília. Dentre as frutas, também podemos usar a banana, que é fonte de potássio e magnésio, minerais que induzem o relaxamento muscular, e de triptofano, um precursor da serotonina, hormônio do bem estar, que relaxa corpo e mente. Outros alimentos fonte de triptofano são a aveia e o chocolate amargo, que podem ser misturados ao leite de amêndoas, uma excelente fonte de cálcio, mineral importante na produção de melatonina, além de magnésio.
Chás de camomila e maracujá também possuem um poder calmante e podem ajudar o indivíduo apegar no sono.

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Se nada estiver funcionando, pode ser a hora de procurar um especialista.

Bons sonhos!

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